Fiocruz anuncia produção da vacina da Oxford/Astrazeneca no Brasil

Fiocruz vai produzir o imunizante com insumos importados da China; primeira remessa deve ser entregue no fim de março, confira

Nesta segunda feira (8) uma boa notícia para quem aguarda a hora de receber a vacina contra o Coronavírus. Assim, a Fundação Osvaldo Cruz – Fiocruz, anunciou que iniciou a produção em larga escala da fórmula da vacina desenvolvida pela farmacêutica Oxford/Astrazeneca.

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Fiocruz anuncia produção da vacina da Oxford/Astrazeneca no Brasil. Imagem: Divulgação Fiocruz
Fiocruz anuncia produção da vacina da Oxford/Astrazeneca no Brasil. Imagem: Divulgação Fiocruz

Insumos para vacina Oxford/Astrazeneca virão da China

Dessa forma, a fundação de pesquisa em saúde brasileira começa a produzir em larga escala o imunizante em território nacional. No entanto, para o processo de fabricação acontecer no Brasil, os insumos para a produção da vacina devem chegar da China.

Após a realização de testes de estabilidade e consistência realizados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária e pelo Ministério da Saúde. Dessa maneira, os materiais podem ser importados para garantir a fabricação da vacina no país.

Assim, de acordo com a projeção do calendário de produção estipulado pela Fiocruz, a fundação deve produzir 30 milhões de doses até o fim do mês de abril. Após esta primeira remessa, outras 100 milhões de doses devem ser entregues até o fim do ano.

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Os atrasos da vacina estão nos detalhes

Outra coisa que está sendo considerada dentro das ações desorganizadas e desarticuladas do governo federal são os atrasos e confusões com remessas de doses do imunizante. O próprio Ministério da Saúde já admitiu, pelo menos duas vezes, os erros nas entregas das vacinas em território nacional.

A Fiocruz, infelizmente, também sofre com imprevistos que causam atrasos. Assim, houve atraso já nesta primeira projeção de entrega para as primeiras doses da vacina da Oxford/Astrazeneca produzidas no país.

O detalhe que causou o atraso na linha de produção e logística foi causado por problemas na maquinaria que lacra os medicamentos. Dessa forma, a primeira entrega acabou sendo adiada para o próximo dia 24 de março.

Outras alternativas no combate à pandemia

Além das vacinas produzidas pelo Buntantan e pela Fiocruz, o governo brasileiro busca a compra de doses da vacina da Pfizer, a primeira a conseguir o registro e aprovação completa no território nacional.

De acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil está na fila de compras para garantir uma remessa significativa do imunizante ainda no primeiro semestre deste ano. Assim, o assessor especial da pasta, Airton Soligo declarou à imprensa que “até o final do mês de junho o Brasil deverá ter 14 milhões de doses da vacina da Pfizer”.

Além das alternativas propostas para a gestão federal, os estados e municípios travam uma batalha junto ao STF para conseguir autonomia para a compra de doses do imunizante, independentes das entregas do governo federal.

Assim, alternativas como a aquisição de vacinas através do Consórcio Nordeste, formado pelos governos estaduais da região brasileira; pode agilizar outras frentes de combate à propagação e manutenção da situação pandêmica em que estamos mergulhados.

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